Aldina Duarte



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“De Costas Voltadas”



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Aldina Duarte e o fado são extensões que se confundem e que crescem a par numa harmonia feita de um amor genuíno.

Lisboeta, Aldina trabalhou num jornal, em rádio e como monitora de um curso de formação profissional para pessoas com deficiência mental. No entanto, a sua paixão pelo fado cresceu sem tamanho depois de entrevistar Beatriz da Conceição para um documentário da autoria de Jorge da Silva Melo.

Este foi o momento decisivo e, diríamos, que fez o resto da história que Aldina Duarte tem consumado ao serviço do género mais luso.

Aldina entrega-se ao fado procurando-o saber de cor. Investiga, documenta, organiza e divulga-o, numa demanda altruísta, para que todos saibam da sua dimensão histórica e influenciadora: coisa maior do espólio cultural português.

Depois, como artista, é dona de uma sensibilidade poética incomparável, capaz de, com uma autenticidade que marca, projectar com a sua voz e num jeito comovente, a tradição do fado.

Canta e é cantada, tendo escrito para muitos dos mais reconhecidos fadistas portugueses: Camané; Joana Amendoeira; António Zambujo; Ana Moura; Carminho; Pedro Moutinho; Mariza, e outros.

Entre 2004 e 2011 editou quatro álbuns, levando os seus temas e outros das raízes do fado, aos mais importantes palcos nacionais, mas também para lá das fronteiras. Há muito que é fadista-residente no Sr. Vinho.Lá e por onde passa, encanta com a pureza e honestidade de quem se funde com o que ama.