Alexandra

 

Fadista profissional desde 1979, assume a defesa dos valores culturais portugueses dando voz aos nossos maiores poetas. Nesse mesmo ano, concorreu ao Festival RTP da Canção com “Zé Brasileiro Português de Braga” de António Sala e Vasco de Lima Couto. O tema não chega a passar das eliminatórias mas acabou por ser um dos temas mais tocados nas rádios nesse ano.

Em 1983 muda-se para a Editora Valentim de Carvalho. Volta a participar no Festival RTP da canção, com “Rosa Flor Mulher”.

Em 1984 edita o Disco “Um motivo Qualquer”.

Em 1985 regressa novamente ao Festival com “Cantar Saudade” Ainda em 1986 participa em ”Bamos lá Cambada” de José Estebes” (Herman José), escrito por Carlos Paião. Em 1999 faz parte do grupo ENTRE VOZES, junto com Maria da Fé, Lenita Gentil e Alice Pires. Seguiu-se o Convite para protagonista do musical “Amália” de Filipe La Féria, onde obteve seu maior sucesso (Nacional e Internacional) e que marca a sua passagem ao estatuto público de Fadista.

Foi no mesmo ano que avançou para a criação de sua Casa de Fados “Marquês da Sé”, na qual continua ainda hoje a cantar regularmente, sempre que não esteja envolvida em participação numa das versões de espectáculos a que associe sua voz.

Em 2009 recebe Troféu atribuído pela Fundação Amália Rodrigues. 2010, com novo convite de Filipe La Féria para nova participação num de seus Musicais “Fado História de Um Povo”, em cena até 2011.

Em finais de 2012, Alexandra recebe pelas mãos de António Costa, a medalha de Mérito Grau Ouro da Cidade.