Ana Moura & António Zambujo

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""Até ao Verão""

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Para Ana Moura, a música foi sempre alimento para prover o coração - história familiar onde todos se embalavam em felizes cantorias. O género pop-rock foi experiência na banda Sexto Sentido; no entanto, a paixão pelo fado era tanta que o reportório do seu projecto musical de covers incluía, invariavelmente, “Povo que Lavas no Rio”. O destino leva-a ao Senhor Vinho, casa afamada de Maria da Fé. Ana Moura começa a crescer. Foi há uma década que a estreia discográfica se deu. Com a companhia privilegiada e dedicada de Jorge Fernando - tem sido assim ao longo dos anos – grava, “Guarda-me a Vida na Mão” (2003). Em 9 anos lança mais 5 discos, tornando-se num fenómeno reconhecido pelos pares e pelo mundo todo que a recebe nas melhores salas internacionais. Canta com ícones da pop mundial como os Rolling Stones, Prince, Gilberto Gil e outros. Em 2012 voltou com o seu sétimo disco (quinto de originais), “Desfado”. Como sempre, convocou para as composições nomes de incontestável qualidade, sem temer a juventude de muitos dos intervenientes. Com a colaboração de Larry Klein, excelso produtor de nomes-colossos como Joni Mitchell, Tracy Chapman ou Madeleine Peyroux, “Desfado” vive do novo a abraçar o clássico, e os fados nascem da pena de Márcia, Luísa Sobral, António Zambujo, Aldina Duarte, entre outros. Recebido com aclamação pela crítica e pelo público, a fadista tem apresentado a sua última obra por todo o país e, como não, no estrangeiro.

António Zambujo cresceu com o cante alentejano, fundindo-o de fado no seu timbre angelical, leve e muito líquido. Antes dos discos passou pelo Clube do Fado, no bairro de Alfama, para, pouco depois, ser Francisco Cruz no musical Amália de La Féria. Em 2002 estreia-se com “O Mesmo Fado” e a sua carreira explode para as bocas do mundo. Os concertos avolumam-se e toca, inclusive, além fronteiras. Dois anos depois, com “Por Meu Cante”, homenageia as raízes musicais da terra que o viu nascer. Em 2006, a Fundação Amália Rodrigues concede-lhe o prémio Amália Rodrigues na categoria de “Melhor Intérprete Masculino de Fado”. Daí para cá, António Zambujo não mais parou de compor, tocar e editar, transformando-se consensualmente num dos nomes maiores do fado e da canção portuguesas. Vieram mais dois álbuns e muitas digressões nacionais e internacionais. Talento e génio são os constituintes artísticos maiores de Zambujo, elementos conquistadores que se apresentam dentro de melodias que encantam os amantes de muitos estilos musicais… do fado ao jazz, da world à mpb. Em 2012 escalou tops com “Quinto”, exponenciando o seu reportório para alturas atingíveis por poucos – raros. No final do ano passado lançou o seu primeiro disco ao vivo, “Lisboa 22:38 - Ao Vivo No Coliseu”. Multifacetado, viaja pela tradição com subtileza, segurando-se com elegância na contemporaneidade, sem olhares fechados no que a géneros diz respeito. Do Alentejo para o mundo: António Zambujo.