Teresa Tapadas



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“Fado Malhoa”

Teresa Tapadas não é mais um caso clássico de alguém que, no berço, já sonhava ser fadista.

Quis ser hospedeira de bordo, fez um Curso Superior de Gestão, cantou no Coral da Igreja, fez parte do Rancho Folclórico de Riachos, no Ribatejo, onde ainda hoje vive. Levada por uma “fadistice” aqui, outra ali, o Fado ganhou terreno e traçou o rumo da sua vida.

Em 1997, apenas com 20 anos, teve o primeiro encontro com os grandes palcos.

Pela mão de Ricardo Pais e Mário Laginha participou em “Raízes Rurais, Paixões Urbanas”, e actuou no Teatro S. João, no Porto, na Cité de La Musique, em Paris, e no Teatro da Trindade, em Lisboa.

Nos anos seguintes passou pela Expo 98, integrando o elenco das Noites Ribatejanas, a convite de António Pinto Basto fez espectáculos em Portugal e no estrangeiro (Alemanha, Holanda, Bélgica e Luxemburgo, Peru e nos EUA).

Em 2000 participa na Homenagem a Amália Rodrigues e no espectáculo de Boas Vindas ao Papa João Paulo II, em Fátima.

A convite de João Braga integra o projecto Land of Fado e canta no NJPAC, prestigiada sala de Newark. Sucede-se uma digressão pela Califórnia com o espectáculo Noites de Fado, estreado em Lisboa.

O público começa a conhecê-la melhor, a crítica reconhece-lhe o talento e a culminar, nesse ano a Casa da Imprensa e o Jornal de Notícias premeiam-na como “Voz Revelação do Fado”.

Em 2001, integra o grupo Entrevozes e, em 2004, o grupo Quatro Cantos.

“Meu Grão de Paraíso”é o seu álbum de estreia. Recentemente lançou “Traços de Fado”, em finais de 2012.